Hoje vi(vi) um filme

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Momentos Para Recordar #45

O Momentos Para Recordar de hoje convida a cantar e dançar, numa viagem aos anos 50, à juventude, aos blusões de cabedal e à brilhantina. Recordemos Sandy e Danny ou John Travolta e Olivia Newton-John.

Brilhantina (Grease), Randal Kleiser (1978)

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Crítica: Eu, Tonya / I, Tonya (2017)

"America. They want someone to love, they want someone to hate." 
Tonya Harding

*6/10*

A história de Tonya Harding chega ao cinema em jeito de docudrama, pela mão de Craig Gillespie. Eu, Tonya é um filme divertido que vive de duas grandes interpretações femininas: Margot Robbie e Allison Janney.

O que aconteceu, não aconteceu ou talvez tenha acontecido é filmado e dado a conhecer à plateia que, assim, melhor poderá fazer o seu juízo ou, se tal não acontecer, pode pelo menos dar umas boas gargalhadas.


Tonya (Margot Robbie) dominou o gelo com um desportivismo sem precedentes, mas acabou por aparecer nas manchetes dos jornais por razões muito diferentes, protagonizando um dos maiores escândalos da História do desporto. A patinadora artística norte-americana viu o seu futuro no mundo do desporto em risco, ao ver-se envolvida num violento ataque à sua rival, Nancy Kerrigan, mesmo antes das Olimpíadas de Inverno de 1994 em Lillehammer.

Craig Gillespie relata os factos, alternando entre a acção central, que nos mostra a história de Tonya desde a infância, e uma série de entrevistas (baseadas nas dos verdadeiros envolvidos), cheias de sarcasmo e algum humor. Esta opção revela-se pouco eficaz pois quebra o ritmo do filme, tornando-o muito fragmentado. Por outro lado, as personagens falam directamente para a câmara em muitos momentos, fazendo da plateia um cúmplice dos acontecimentos.


Apesar de Eu, Tonya nos apresentar as personagens muito caricaturadas, onde o exagero não tem limites, é o elenco que consegue elevar a longa-metragem a um patamar superior. Margot Robbie reinventa-se na pele da protagonista, expressiva e camaleónica. A actriz assusta-nos (no bom sentido) com alguns olhares e sorrisos, mais ameaçadores e tresloucados do que de simpatia, e revela-se empenhada na pele desta mulher que, desde cedo, viveu num ambiente desequilibrado. Ao seu lado, Allison Janney, a mãe intransigente, que não parece nutrir qualquer amor pela filha. Um dos motivos da desgraça de Tonya. Janney é fabulosa nos gestos, palavras e seriedade com que encara o papel. 


Eu, Tonya vale pelas interpretações e trabalho de fotografia e direcção artística. Acima de tudo, desperta a curiosidade para saber mais sobre a verdadeira Tonya Harding e ver imagens da ex-patinadora nos seus tempos áureos na pista de gelo.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Estreias da Semana #312

Quatro novos filmes chegam esta Quinta-feira aos cinemas portugueses. 15:17 Destino Paris e Black Panther são duas das estreias.

15:17 Destino Paris (2018)
The 15:17 to Paris
Realizado por Clint Eastwood, 15:17 Destino Paris conta a história verídica de três homens que se transformaram em heróis com um acto de coragem. Ao início da tarde de 21 de Agosto de 2015, o mundo assistiu em silêncio enquanto os meios de comunicação relatavam um ataque terrorista frustrado, ocorrido no comboio Thalys #9364 com destino a Paris. Um ataque evitado por três jovens americanos que viajavam pela Europa. O filme segue a história dos três amigos, desde as dificuldades na infância até encontrarem o seu caminho na vida, culminando numa série de eventos improváveis que conduziram ao ataque. Ao longo da dura experiência, a sua amizade nunca é posta em causa, tornando-se na melhor de todas as armas e permitindo que salvassem a vida a mais de 500 pessoas.

Alias Maria (2015)
Alias María
Maria, de 13 anos, recrutada pela guerrilha colombiana, dirige-se a uma cidade vizinha com outros três soldados. O grupo tem a missão de entregar em segurança o bebé recém-nascido do comandante. Ninguém sabe, mas Maria esconde um segredo: está grávida, algo proibido na guerrilha. Durante a missão, o segredo é revelado e ela foge para evitar o aborto forçado. Através dos olhos de Maria, viajamos pelos resultados deste conflito armado: as cidades devastadas por massacres, os camponeses apanhados no fogo cruzado, os pais que perderam os filhos e as crianças e jovens que tentam crescer em normalidade num meio onde a violência e a morte estão sempre presentes.

Black Panther (2018)
Black Panther acompanha T'Challa após os acontecimentos de Capitão América: Guerra Civil, quando regressa a casa, na isolada e tecnologicamente avançada nação africana de Wakanda, para assumir o papel de Rei após a trágica morte do pai. O aparecimento de um antigo inimigo vai testar a força de T'Challa enquanto Rei e como Black Panther, e arrastá-lo para um conflito que coloca em risco o destino de Wakanda e do mundo.

The Florida Project (2017)
Orlando, Florida. Um paraíso soalheiro ao qual acorrem anualmente milhões de turistas de todo o mundo. Um reino mágico que preside sobre incontáveis parques temáticos, jantares com espectáculos e estâncias de férias. Mas a escassos passos desta área de deslumbramento e felicidade, decorre uma história bem diferente. A história de uma precoce menina de 6 anos e do seu grupo de amigos numas férias de Verão cheias de assombro infantil, possibilidades e um sentimento de aventura, enquanto os adultos à sua volta lutam para sobreviver.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Crítica: Linha Fantasma / Phantom Thread (2017)

"Whatever you do, do it carefully." 
Alma


*9/10*

Paul Thomas Anderson regressa esplendoroso e inspirado, tal como Daniel Day-Lewis, naquele que diz ser o seu último papel. Linha Fantasma absorve o perfeccionismo de um artista que vive apenas para a sua criação. Quando o amor chega, os dois lutam por espaço na sua vida.

O perfeccionismo do criador revê-se também no trabalho de toda a equipa de Linha Fantasma, num assombro de talento. A par disso, é criada uma aura sobrenatural que surge de forma subtil e muito realista, onde a forma de encarar a morte ganha um papel de destaque.


Na  Londres  do  pós-guerra,  o famoso costureiro  Reynolds  Woodcock  (Daniel  Day-Lewis)  e  a  irmã  Cyril  (Lesley Manville) estão no centro da moda Britânica, vestindo realeza, estrelas de cinema, herdeiras, socialites e damas com o distinto estilo d’A Casa de Woodcock. As mulheres entram e saem da vida de Reynolds, providenciando-lhe inspiração e companhia, até que ele se cruza com uma  jovem  e  perseverante  mulher,  Alma  (Vicky  Krieps),  que  rapidamente  se  torna  uma fixação na sua vida, como musa e amante. Antes controlada e planeada, ele vê agora a sua vida despedaçada pelo amor.

O génio admirado, por vezes intratável, arrogante e obcecado com o seu trabalho, também se apaixona, mas não é qualquer mulher que o irá suportar. Só mesmo Alma, a sua musa. Essa mulher especial, forte, provocadora, sem receios, nem rodeios. Escrúpulos ainda lhe restam alguns e parecem ser os suficientes para que a poção de amor resulte.


Linha Fantasma deve ser visto e sentido, quer pela história de paixão desenhada e cosida à mão, pela beleza dos vestidos, pela delicadeza dos planos de câmara, dos actores, da fotografia, do som e, principalmente, por ter sido filmado em película.

Daniel Day-Lewis é metódico, elegante, encarna o estilista como se estivesse a fazer de si mesmo. Cada papel, cada novo Day-Lewis, ele que é um dos melhor actores da sua geração. Rígido mas frágil, apaixonado mas igualmente enlouquecido quando as emoções fogem ao seu controlo, é um homem aparentemente decidido mas que depende em demasia da irmã e de outras mulheres que compõem a sua vida. Ele esconde segredos nas bainhas, segredos que prefere partilhar com as roupas que desenha, mais do que com as pessoas que o rodeiam. Lesley Manville e Vicky Krieps acompanham-no e dão-lhe regras e vida, respectivamente. Ambas com interpretações à altura do protagonista, Manville é magnética na pele de Cyril, a irmã omnipresente e controladora. Vicky Krieps oferece um misto de fragilidade e rebeldia a Alma, que a torna especialmente misteriosa.


Paul Thomas Anderson pinta um quadro em movimento através da sua câmara, sendo realizador e director de fotografia do seu filme. Ele joga com a iluminação, com o rodopiar das modelos nos vestidos de Reynolds, potencia as suas cores suaves, os tons pastel, as peles pálidas, em contraste com a decoração em redor. O trabalho de som tem um papel especialmente relevante em Linha Fantasma, nos momentos em que até barrar manteiga numa tosta causa um ruído impossível de aguentar para o protagonista. Vemo-nos a sentir os ruídos da mesma forma: tudo é demasiado barulhento e perturbador quando se precisa de foco. A banda sonora de Jonny Greenwood acompanha a narrativa na perfeição.


Paul Thomas Anderson presenteia-nos com um dos melhores filmes da sua carreira. Day-Lewis hipnotiza-nos e ensina-nos que só quando está de caras com a morte é que o Homem vive.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Sugestão da Semana #311

Das estreias da passada Quinta-feira, a Sugestão da Semana destaca Todo o Dinheiro do Mundo, de Ridley Scott. A crítica não tem sido meiga com o filme, que em cima da data de estreia substituiu Kevin Spacey por Christopher Plummer, mas nada como ver para crer. Plummer está nomeado para o Oscar de Melhor Actor Secundário.

TODO O DINHEIRO DO MUNDO


Ficha Técnica:
Título Original: All the Money in the World
Realizador: Ridley Scott
Actores: Michelle Williams, Christopher Plummer, Mark WahlbergCharlie Plummer
Género: Biografia, Crime, Drama
Classificação: M/14
Duração: 132 minutos

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Crítica: A Forma da Água / The Shape of Water (2017)

"I'm not competitive, I don't want an intricate, beautiful thing destroyed!" 
Hoffstetler

*8/10*

Del Toro não tinha repetido, nem de perto, a magia de O Labirinto do Fauno, até realizar A Forma da Água. Este último ainda está longe da fórmula milagrosa de fazer cinema que o filme de 2006 trouxe. No entanto, recupera a aura de magia trágica e apresenta-nos um casal de protagonistas muito particular.

A fantasia desta história de encantar começa logo no primeiro plano, com narrador a acompanhar. Não faltam o monstro nem a guerra - as mais evidentes características partilhadas com O Labirinto do Fauno.


Em 1963, no auge da Guerra Fria, Elisa (Sally Hawkins), uma solitária empregada de limpeza muda, que trabalha num laboratório governamental, vê a sua vida mudar para sempre quando, com a colega Zelda (Octavia Spencer), descobre o resultado de uma experiência ultrasecreta: um estranho ser aquático que vive num tanque.

Em A Forma da Água, o verdadeiro monstro é humano. O outro, que vive na pureza da água, pode ser tantas coisas, ter tantos significados, mas não é ele o vilão. Elisa e o ser aquático com que desenvolve uma relação são uma espécie de A Bela e o Monstro, mas, mais do que isso, são dois seres com muitas mais parecenças do que possamos pensar à partida. A água é o local onde se sentem mais à vontade, de onde ambos provêm, a origem exacta de cada um é desconhecida, e nenhum dos dois é capaz de falar, mas entendem-se perfeitamente. Ela estimula-o, acalma-o, ele fá-la feliz. O laço que criam e desenvolvem ao longo do filme é mágico, com sentimentos e emoções a flutuar sem serem precisas palavras, apenas gestos.


A direcção artística e a fotografia fazem um trabalho soberbo. Não só nos transportam para uma época de sombras e desconfiança, como criam toda a atmosfera visual e surreal que faz acreditar que tudo isto poderia mesmo ter acontecido. O facto de Elisa e o vizinho Giles viverem por cima de um cinema é uma das particularidades deliciosas de A Forma da Água. A banda sonora de Alexandre Desplat embala-nos como se estivéssemos a caminho de um conto de fadas... e não é que estamos mesmo? Mas um daqueles obscuros, sombrios e cruéis. 


Guillermo del Toro é inspirador. Voltou a sê-lo. Por muitas influências (demasiadas, por vezes) que A Forma da Água possa ter, o cineasta é capaz de criar um filme com identidade própria e com características que denunciam claramente a sua autoria - um misto de doçura, fantasia e violência.

O elenco, por sua vez, faz o resto. Sally Hawkins encarna esta mulher muda, corajosa e altruísta que parece descobrir a sua razão de viver e luta por ela. Aparenta uma imensa fragilidade mas revela-se muito desafiadora. Michael Shannon interpreta o verdadeiro monstro, de carne e osso, violento e bárbaro, com claros problemas relacionais. Uma espécie de sociopata que ambiciona mais poder e estatuto - e ele não desiste facilmente. Richard Jenkins e Octavia Spencer são personagens simpáticas que falam pelo que Sally Hawkins não diz, e conferem momentos divertidos à acção. São ainda um interessante símbolo das minorias - e são fundamentais na narrativa. E Doug Jones, claro, o actor que veste a pele do homem anfíbio tem um papel crucial e é capaz de expressar emoções tão ou mais humanas que as de outras personagens.


A violência não gera nada de bom e o amor é a melhor forma de comunicação. Guillermo del Toro prova-o em A Forma da Água e nós acreditamos e pedimos mais magia.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Flashbacks #4

A rubrica Flashbacks está de regresso para destacar mais um filme que marcou a minha vida cinematográfica. Durante a minha adolescência tinha por hábito alugar filmes de terror com a minha melhor amiga para vermos nas tardes livres, de preferência com a sala às escuras.

Entre as diversas experiências, vimos muitos filmes maus, remakes fraquinhos, etc., etc. Perdoem-nos mas a Internet quase não existia e escolhíamos mais tendo em conta a sinopse que outra coisa... éramos praticamente crianças.

Eis que um dos que mais me surpreendeu foi Mistério na Faculdade, de Robert Rodriguez. Agora, 20 anos depois, é curioso ver que o elenco contava com nomes como Elijah Wood, Salma Hayek, Jon Stewart, Josh HartnettJordana BrewsterUsher Raymond, entre outros.

Filme Que Me Lembra a Adolescência


Mistério na Faculdade (The Faculty), de Robert Rodriguez, 1998

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Estreias da Semana #311

Esta Quinta-feira, chegaram aos cinemas portugueses oito novos filmes. As Cinquenta Sombras Livre e Todo o Dinheiro do Mundo são duas das estreias.

Abelha Maia: Os Jogos do Mel (2018)
Maya the Bee: The Honey Games
Abelha Maia 2 – Os Jogos do Mel começa com a Abelha Maia muito entusiasmada, mas a causar uma situação embaraçosa à Imperatriz de Buzztropolis. Por causa deste descuido, Maia terá de se desculpar juntando-se a um grupo de insectos inadaptados e competir nos Jogos do Mel. Mas a responsabilidade desta equipa é enorme. Se perderem os jogos, a imperatriz ficará com todo o mel que a colmeia conseguiu reunir no verão. Maia terá de se aventurar, conhecer novos amigos e enfrentar difíceis oponentes. Apesar de parecer uma missão impossível, Maia conta com a sua coragem, determinação e entusiasmo, assim como com Willi, com as formigas desajeitadas Arnie e Barney e com o seu conselheiro de sempre, o gafanhoto Flip.

Amor, Amor (2018)
Marta e Jorge namoram há sete anos. Todos pensam que vivem um amor perfeito. Demasiado perfeito, para desespero de todos: de Bruno, muito mais novo que Marta, mas loucamente apaixonado por ela; de Lígia, irmã de Bruno e melhor amiga de Marta, que adoraria ver o irmão feliz; de Carlos, amigo de Jorge, que mantendo um namoro superficial com Lígia, ama secretamente Marta; e de Jorge ele próprio, convencido de que o amor e casamento o farão perder a sua liberdade. Amor, Amor é a história destes amigos que, entre a noite de 31 de Dezembro e a madrugada de 1 de Janeiro, vivem todos os ziguezagues do amor. Há quem se descubra a si mesmo. Há quem encontre o amor verdadeiro. E há quem conheça o limite da liberdade. O fim de ano pode mudar tudo, mas não exactamente onde e como se espera.

As Cinquenta Sombras Livre (2018)
Fifty Shades Freed
Recém-casados e convencidos de que deixaram para trás os aspectos mais sombrios do passado, Christian e Anastasia assumem uma ligação inseparável e partilham uma vida de luxo. Mas assim que ela assume o papel de Sra. Grey e ele consegue alguma estabilidade, logo surgem novas ameaças que podem comprometer o final feliz antes deste sequer começar.

As Estrelas Não Morrem em Liverpool (2017)
Film Stars Don't Die in Liverpool
Baseado na autobiografia de Peter Turner, As Estrelas Não Morrem em Liverpool conta a história da alegre e apaixonada relação entre Turner (Jamie Bell) e Gloria Grahame (Annette Bening) uma excêntrica actriz outrora vencedora de um Oscar, mas já afastada da ribalta, que tenta relançar a carreira nos palcos de Liverpool. O que começa como um vibrante caso amoroso entre uma lendária mulher fatal do grande ecrã e um jovem actor, depressa se torna em algo mais profundo, com Turner a tornar-se na única pessoa em quem Gloria pode confiar. A paixão e sede de viver de ambos serão, contudo, postas à prova por acontecimentos que não conseguem controlar.

Beuys (2017)
Documentário sobre o escultor e artista performativo alemão, Joseph Beuys. A partir de imagens de arquivo inéditas, Andres Veiel cria um retrato íntimo de Beuys que, tal como o próprio artista, abre espaço para muitas questões. 30 anos após a sua morte, Beuys parece ser ainda um visionário à frente do seu tempo. O realizador apresenta o ser humano, a sua obra e as suas ideias, com o conceito expandido de arte que colocou em prática a lançá-lo num contexto de debates sociais que ainda hoje são relevantes.

Bilal: A Lenda (2016)
Bilal: A New Breed of Hero
Há mil anos, um rapaz que sonhava tornar-se um grande guerreiro é raptado juntamente com a irmã e ambos são levados para uma terra longínqua. Atirado para um mundo onde imperam a ganância e a injustiça, Bilal encontra a coragem para fazer ouvir a sua voz e provocar a mudança. Inspirado em acontecimentos verídicos, esta é a história de um verdadeiro herói que conquistou o seu lugar na História.

Olhares, Lugares (2017)
Visages, villages
Um documentário de Agnès Varda e JR, duas pessoas que partilham a paixão pelas imagens, por questioná-las e pelos locais e formas de as mostrar e partilhar. Agnès escolheu o cinema. JR escolheu as galerias de fotos ao ar livre. Quando os dois se encontraram em 2015, quiseram imediatamente trabalhar juntos, rodar um filme em França, longe das cidades, viajando com o camião fotográfico (e mágico) de JR. Foram falar com outras pessoas, ouviram-nas, fotografaram-nas e, às vezes, postaram. O filme conta também a história da sua amizade que cresceu durante a filmagem, entre surpresas e provocações, rindo das suas diferenças.

Todo o Dinheiro do Mundo (2017)
All the Money in the World
John Paul Getty III (Charlie Plummer), um adolescente de 16 anos e neto do magnata do petróleo JP Getty (Christopher Plummer), é raptado. Ao perceber que os raptores exigem uma quantia exorbitante, a sua mãe, Gail (Michelle Williams), dirige-se ao sogro em busca de ajuda, mas Getty recusa-se a pagar o resgate... Com a vida do filho em jogo e numa corrida contra o tempo, Gail faz tudo para convencê-lo.